25 Março 2009

O SÉTIMO "AI" DE ISAÍAS

Enfim, chegamos ao sétimo e último “ai” de Isaías. Seu enunciado está nos versos de um a cinco, do capítulo seis de seu livro , onde se lê: “No ano da morte do rei Uzias, EU VI O SENHOR, ASSENTADO SOBRE UM ALTO E SUBLIME TRONO, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é O Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da Sua glória. As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então, disse eu: AI DE MIM! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio dum povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, O Senhor dos Exércitos”.

Para todos os que têm pelo menos um mínimo de conhecimento da Bíblia, é fato notório que o número seis representa esforço humano, e, portanto, maldição; e o número sete sempre nos remete à perfeição das coisas feitas por Deus. No caso desta série de “ais”, vemos Isaias chegando ao exaustivo sexto “ai”, tentando consertar o mundo, enunciando-lhe “ais” sem medida. Foram seis “ais” em apenas um capítulo da Bíblia. Para sua felicidade, no capítulo seguinte surgiu o sétimo “ai”, em circunstâncias completamente diferentes: Enquanto que nos seis primeiros “ais”, utilizou-se do dedo indicador, para apontar para outras pessoas, no enunciado do sétimo “ai”, utilizou-se do polegar, voltado para ele mesmo. Já vira muita coisa na vida de todo mundo, mas, então, viu algo muito sutil em sua própria vida: ele também merecia um “ai”. E qual seria o seu pecado? É que ele chegou à conclusão de que ele era um homem de lábios impuros.

Isaías era profeta dO Senhor, já tinha algum tempo que estava no exercício de seu ministério, mas nunca tivera a oportunidade de ver O Senhor. Tal fato é muito comum na vida de profetas de Deus em todos os tempos. Só que isto não deve intimidá-los quanto a profetizar para todos. Deve, isto sim, lembrá-los de profetizar para os outros, mas também de profetizar para si mesmos. É que o profeta de Deus, não é profeta porque seja alguém melhor do que os demais. Ele é profeta, deve profetizar, mas tendo em mente que ele próprio não é isento de “ais”. É como o médico, que cura as outras pessoas, mas às vezes também adoece. Particularmente, temos até alguma satisfação em constatar falhas na vida dos profetas de Deus, no particular detalhe de que, só assim nos convencemos de que só Deus é perfeito.

Quando finalmente Isaías viu O Senhor, disse “ai de mim”. Deus é como um espelho, do qual, na medida em que nos aproximamos, podemos ver com mais clareza os nossos próprios defeitos. Como há muitas pessoas que “nunca vão ao espelho”, nunca se verão em tal circunstância.

por Pr. Milton

Leia Mais…

23 Março 2009

O SEXTO “AI DE ISAIAS”.

Os dizeres do sexto “ai” de Isaías são: “Ai dos que são heróis para beber vinho e valentes para misturar bebida forte, os quais por suborno justificam o perverso e ao justo negam justiça” (Isaías 5: 22).

A palavra “herói”, em seu sentido original, significa “homem extraordinário, pelas suas proezas guerreiras, pelo seu valor ou magnanimidade; protagonista de uma obra literária” (Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa, supervisionado e consideravelmente aumentado até a 10ª edição por Aurélio Buarque de Hollanda Ferreira).

Entre as muitas coisas estabelecidas na sociedade em que estamos inseridos, das quais discordamos, e cuja vigência muito nos entristece, está o fato de que “o costume é que faz a língua”. A linguagem utilizada especialmente na Internet, está se encaminhando a passos largos para as expressões monossilábicas, mais parecidas com mugidos e grunhidos. Na bola de neve das expressões outrora lindas e ricas de sentido, que vem se deteriorando assustadoramente, está a palavra herói.

Assim, o herói pode mudar de característica, de acordo com a platéia que o julga. E como estamos caminhando também a passos largos para o que Austregésilo de Ataíde chamou de predominância dos ignorantes, as turbas elegem cada vez mais heróis que jamais foram heróis.

Heróis haveriam que ser homens extraordinários, protagonistas de feitos louváveis, tanto em suas batalhas quanto principalmente em seu caráter. Teriam que ser homens magnânimos, espelhos em que nossas crianças possam se mirar, na sua formação pessoal.

Isaías já se deparava com homens que eram “heróis para beber vinho e valentes para misturar bebida forte” - e, atual como sempre é, a Bíblia já se deparava também com os tais e mesmos heróis, em pleno século vinte e um.

É especialmente deprimente ver-se uma autoridade, seja civil, religiosa ou militar, entregando-se ao hábito que a Palavra de Deus considera “dos amargurados de espírito; para que bebam, e se esqueçam de sua pobreza e de suas fadigas não se lembrem mais” (Provérbios 31: 6-7). Deprime-nos tal coisa, porque os próximos passos são “o dar às mulheres a sua força e o perverter o direito dos aflitos” (Ainda Provérbios 31, nos versos 3 e 5).

Como satanás é astuto, e para a realização de cada propósito seu engendra um meio, qualificou tais homens de “populares”, “homens do povo”, e outras coisas que não podemos declinar aqui. Assim, os heróis da embriagues ficam por aí, reinando entre a turba que o elege herói, somente tomando o cuidado de “driblar as blitz onde bafômetros iriam denunciá-los”, e de arranjar alguma desculpa esfarrapada quando atropelam pessoas inocentes, que, mesmo não sendo heróis, só queriam viver sua vida em paz.

por Pr. Milton

Leia Mais…

19 Março 2009

DEFLAGRAÇÃO DA “OPERAÇÃO QUEBRA POTES”.


Faça o download do texto, CLIQUE AQUI.

Leia Mais…

Mocidade Informa

Já está disponível para download a 3ª Edição do Jornal Mocidade Informa.

Download

Leia Mais…

09 Março 2009

O QUARTO “AI” DE ISAIAS

Ao texto que se refere “ao 4º ai de Isaias”, em Isaias 5: 20, que diz: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem , mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!”

Alguém, quem sabe, nem esperaria dizermos coisa alguma e já se explodiria em bravejos, dizendo: Isto é o pior dos absurdos! Nunca existiu nem vai existir tal coisa!

Vamos devagar, trazendo a lume primeiramente uma expressão que, um pouco mais ou um pouco menos, nos parece familiar. Referimo-nos àquela expressão algum dia ouvida nalgum lugar: “Inversão de valores”. Agora, um passo adiante: Vivemos em uma sociedade em que os bandidos circulam com toda liberdade por todos os lugares, enquanto os cidadãos vivem “enjaulados” em suas próprias casas. Alguns, chegam a ser expulsos de suas “jaulas”, fadados a se tornarem “andarilhos”, que vão se estabelecer nalgum outro lugar apenas até que outro bandido – ou o mesmo de antes – os enxote dali ainda para um terceiro, quarto ou quinto lugar.

Vimos, na nossa experiência policial há alguns anos, que poucas pessoas neste país destroem o teto que as abrigam e ateiam fogo nos colchões em que dormem, para logo ganharem teto novo inaugurado com festas pelo governador, e colchão novo, exigido e vistoriado pela Comissão dos Direitos Humanos. Os demais, “cidadãos enjaulados”, terão mesmo é que trabalhar para adquirir para si e suas famílias bens substitutivos aos que perderam.

Somos muito velho. Talvez, até antigo. Somos daquele tempo em que o dedo do pai, colocado vertical e suavemente diante da própria boca e do próprio nariz, era o bastante para que seu filho se calasse. Tal gesto foi hoje substituído pelos gritos histéricos “à la globo” com que os adolescentes, resguardados com a “armadura de aço” das leis que os protegem, esbravejam dizendo que, “se velhos calados já estão errados, imagine velhos falando”.

Ficamos muito tristes com as inversões de valores atingindo até as raias da administração pública quando, periodicamente, acionam a máquina das indulgências, para o perdão de determinados devedores. Tal expediente, useiro e vezeiro, tanto nas administrações municipais quanto na administração federal, são na verdade favores com endereço certo, prometidos nas rodas de cerveja nas portas dos bares, onde os administradores, então candidatos, e não menos “etilizados”, dizem que estão “fazendo sua campanha”.

Bem melhor seria para os nossos filhos que eles, na verdade, fossem nossos avós, para terem a presunção de que sua morte ocorrerá antes que terminemos a construção do mundo que estamos lhes preparando.

Mal é mal – e um exemplo, é calar; e bem é bem – e, outro exemplo, é falar. Primemos todos para que cada coisa permaneça em seu devido lugar.

por Pr. Milton

Leia Mais…

06 Março 2009

BANDA CASTELLO NA IBMS

LOUVORZÃO EVANGELÍSTICO COM A BANDA CASTELLO NESTE SÁBADO, 07/03 - MOCIDADE IBMS - 19H - CONVIDE UM COLEGA, AMIGO, CONHECIDO QUE AINDA NÃO SE CONVERTEU A JESUS.

Leia Mais…

01 Março 2009

ACAMPAMENTO IBMS 2009 - ACENDE O FOGO EM MIM !


Nos dia 21 a 24 de fevereiro de 2009 aconteceu no sítio Mais que um Sonho o Acampamento da Igreja Batista Monte Sião. Confira abaixo algumas fotos:

DEIXE UM COMENTÁRIO FALANDO SOBRE O QUE DEUS FEZ NA SUA VIDA DURANTE O ACAMPAMENTO! Seu testemunho servirá para evangelizar outras vidas. Deus abençõe e que sua chama continue acesa...!

CLIQUE AQUI PARA VER MAIS FOTOS!

Leia Mais…

O 3º “AI” DE ISAIAS

O texto de hoje está em Isaías 5: 18. Seu enunciado é: “Ai dos que puxam para si a iniqüidade com cordas de injustiça e o pecado, como tirantes de carro!”.

Conscientes de que certas palavras não são sempre bem conhecidas de todos, e para não recorrermos diretamente à língua original bíblica, vamos nos valer pelo menos do inglês, para o que contamos com a paciência dos doutos neste idioma, os quais não são poucos: A palavra “injustiça”, deriva-se, é claro, de “justiça”, que em inglês é “rigtheousness”. Já esta, tem suas raízes na fusão de dois outro vocábulos: “rigth” - que significa certo, direito, de acordo, etc; e “theous” - que significa Deus. Portanto, “rigtheous”, que significa literalmente “certo com Deus” dá origem a “rigthteousness”, que, como já foi dito acima, é traduzido para justiça. Daí em diante fica mais fácil: injustiça equivale ao antônimo de justiça, de onde compreendemos que cometer injustiça corresponde a agir contrário à vontade de Deus.

Quanto ao vocábulo “iniqüidade” expressa uma forma de pecado.

“Puxar para si iniqüidade!” Não entendemos como pode alguém puxar, principalmente para si, coisa tão ruim, como a iniqüidade. É bem verdade que conhecemos muitas pessoas que, até conscientemente fazem tal coisa. Já vimos casos os mais estranhos nesta vida, como o de certo senhor, no estado do Pará, que, sempre infeliz e cheio de reclamações, cuidava pessoalmente de se referir a si mesmo chamando-se de “pobre diabo”. Ao que parecia, tudo começou a “conspirar” no sentido de que ele se tornasse um “pobre diabo” mesmo. Tal atitude se constitui num grande pecado, porque, ao criar o homem, Deus teve em mente fazê-lo “a coroa da criação”. Existe diabo, existem demônios, os quais são seres horríveis, com os quais ninguém deve se comparar em hipótese alguma. O pior de todos os seres humanos, digamos, ainda é muito melhor que o melhor (que não existe) de todos os demônios. Foi lamentável que, morando aquele “pobre diabo confesso” em determinado bairro daquela cidade, o bairro, ainda que tendo outro nome, tomou o nome que ele tão infelicitadamente lhe emprestou.

Pessoas que cometem coisas congêneres a esta, trafegam na contra-mão frontal de Deus, pois cometem injustiça, com o que só podem mesmo é atrair para si iniqüidade.

Se a alguém interessa saber, com justiça é impossível puxar para si iniqüidade, porque o que procede de Deus, por sua própria natureza só pode causar o bem. Mas se a pessoa tomar o caminho oposto, o oposto encontrará: coisas que, por sua natureza, só podem causar o mal.

por Pr. Milton

Leia Mais…
Copyright © 2009 Igreja Batista Monte Sião - Todos Direitos Reservados - by Victor Ataide | Gabriel Melchior