Hoje, na oração dO Pai Nosso, nossa reflexão será sobre a expressão “santificado seja O Teu Nome”. Vimos na primeira mensagem, que Deus é Pai – embora não de todos; vimos, depois, que, na verdade, é Pai Nosso – e não de algum presunçoso “filho único” desta vida; já vimos também que, mesmo sendo Pai Nosso, “está nos céus”, enquanto nós, rasteiros como o elemento de que fomos feitos, e agarrados a ele, a pretexto de “pressão atmosférica”, cá estamos, na Terra. Referimo-nos ao planeta e ao pó. Hoje, como já dito, nosso assunto é a expressão “santificado seja O Teu Nome”.
Santificar significa separar, ter em especial consideração. Ser-nos-á inegavelmente útil, o só fazermos bom uso dO Nome de Deus.
Certo pastor, nosso amigo, morador na cidade do Rio de Janeiro, abriu uma frente de trabalho no Bairro Grajaú. Passado algum tempo, embora divulgassem o propósito, como podiam, à vizinhança, jamais um visitante fora ao local. Pediram a Deus a realização de um milagre notório ali, para que servisse de atrativo para as pessoas. Logo apareceu uma “madame, fac-símile de boa parte das madames” – embonecada, mas endividada. Sua história era a seguinte: Devendo certa importância, e não tendo como saldá-la, pegou o seu equivalente em dinheiro por empréstimo, com um agiota, empenhando jóias preciosas, de sua propriedade, de valor muito maior que o débito contraído, com o trato de efetuar o pagamento em data certa, quando teria de volta seu pequeno tesouro. Ficou acordado que, a não quitação do débito dentro do prazo estipulado, determinaria a perda de suas jóias para o dito agiota. Como dizem, “não deu outra”: O prazo passou e a madame não conseguiu efetuar o pagamento. Só procurou o agiota para fazê-lo, bem depois do dia aprazado. Ele, evidentemente, não quis nem conversa. Ela insistiu em pagar o débito e reaver suas jóias, e ele insistiu – e prevaleceu – no sentido de nem receber o valor devido e nem devolver as ditas jóias. Desesperada, e conversando com outras madames como ela, foi orientada a procurar aquele lugar onde os “crentes” estavam se reunindo, para pedir uma oração. A madame endividada “empacotou um pouco de seu orgulho e guardou onde se guardam coisas nem tão úteis – no despejo (de sua consciência)” e foi lá conversar com o Pastor. Ao fim da conversa e de uma oração, a orientação foi a mais simples possível. Chegava a parecer simplória: Foi-lhe dito para voltar ao agiota e dizer-lhe que fora ali para pagar sua dívida e pegar suas jóias “em Nome de Jesus”. Ela, admirada, disse: Só isso?! O Pastor respondeu serenamente: Só isso. Assim ela fez, e para seu espanto, o agiota recebeu o devido e devolveu-lhe as jóias, como se nada do que se passara tivesse acontecido.
Era-lhe muito difícil compreender mesmo, que fora ali estribada “nO Nome que é sobre todo nome” (Fil. 2:9) – nO santificado nome de Deus.
por Pr. Milton de Oliveira
Santificar significa separar, ter em especial consideração. Ser-nos-á inegavelmente útil, o só fazermos bom uso dO Nome de Deus.
Certo pastor, nosso amigo, morador na cidade do Rio de Janeiro, abriu uma frente de trabalho no Bairro Grajaú. Passado algum tempo, embora divulgassem o propósito, como podiam, à vizinhança, jamais um visitante fora ao local. Pediram a Deus a realização de um milagre notório ali, para que servisse de atrativo para as pessoas. Logo apareceu uma “madame, fac-símile de boa parte das madames” – embonecada, mas endividada. Sua história era a seguinte: Devendo certa importância, e não tendo como saldá-la, pegou o seu equivalente em dinheiro por empréstimo, com um agiota, empenhando jóias preciosas, de sua propriedade, de valor muito maior que o débito contraído, com o trato de efetuar o pagamento em data certa, quando teria de volta seu pequeno tesouro. Ficou acordado que, a não quitação do débito dentro do prazo estipulado, determinaria a perda de suas jóias para o dito agiota. Como dizem, “não deu outra”: O prazo passou e a madame não conseguiu efetuar o pagamento. Só procurou o agiota para fazê-lo, bem depois do dia aprazado. Ele, evidentemente, não quis nem conversa. Ela insistiu em pagar o débito e reaver suas jóias, e ele insistiu – e prevaleceu – no sentido de nem receber o valor devido e nem devolver as ditas jóias. Desesperada, e conversando com outras madames como ela, foi orientada a procurar aquele lugar onde os “crentes” estavam se reunindo, para pedir uma oração. A madame endividada “empacotou um pouco de seu orgulho e guardou onde se guardam coisas nem tão úteis – no despejo (de sua consciência)” e foi lá conversar com o Pastor. Ao fim da conversa e de uma oração, a orientação foi a mais simples possível. Chegava a parecer simplória: Foi-lhe dito para voltar ao agiota e dizer-lhe que fora ali para pagar sua dívida e pegar suas jóias “em Nome de Jesus”. Ela, admirada, disse: Só isso?! O Pastor respondeu serenamente: Só isso. Assim ela fez, e para seu espanto, o agiota recebeu o devido e devolveu-lhe as jóias, como se nada do que se passara tivesse acontecido.
Era-lhe muito difícil compreender mesmo, que fora ali estribada “nO Nome que é sobre todo nome” (Fil. 2:9) – nO santificado nome de Deus.
por Pr. Milton de Oliveira











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