Faraó estava felicíssimo! Adquirira um escravo sem ter que pagar nada por ele, pois José fora escravo de Potifar, de cuja casa fora para a prisão; e da prisão, tendo interpretado os sonhos de Faraó, foi libertado por este, para gerir as finanças do império. Foi muito fácil o ato governamental: bastou um “generoso indulto ministrado em causa própria” e o preso deixou de ser preso, contanto que o servisse no paço real. “Canetadas” dos poderosos!
Mais feliz ainda ficou, quando a família de José chegou de mudança para o Egito. Quando faraó soube que eram onze os irmãos de José, logo pensou que seriam “onze Josés”. Sua alegria durou pouco, pois eles eram apenas pastores de gado, nada sonhadores e nada visionários. No pior, parece-nos que faraó nem atinou: eles eram pastores que estavam sem pastos para o seu gado. Quando um “pastor” não tem “pastos” para o seu rebanho, ele na verdade não é um pastor. Ele pode ser qualquer coisa, como algum pseudo-pastor, legítimo aventureiro, ou, na linguagem moderna, líder carismático, “show man” ou “show business”. Jesus era pastor e dele está escrito: “O Senhor é meu pastor, nada me faltará; deitar-me faz em verdes pastos, guia-me às águas tranquilas” (Salmo 23). Mais agravante: mentiram ao dizer que foram para o Egito à procura de pastos para seu rebanho (Gen. 47: 4), Eles foram para o Egito porque eles mesmos estavam com fome. Faraó, que não queria ficar sem pelo menos “uma pequena beliscada”, mandou que José lhes desse pastos do Egito para seus rebanhos, contanto que cuidassem juntamente dos rebanhos de Faraó também. Os animais também têm suas “manhas”: nós tínhamos uma gata, que confiamos aos cuidados de uma pessoa amiga, quando, em certa ocasião fizemos uma viagem. Recomendamos-lhe que se desse uns três pães de queijo todos os dias para a gatinha, mas quando chegamos, ela estava magérrima. Diante de tantas explicações da pessoa amiga, que dizia que todos os dias lhe dava o alimento orientado, mas ela não o comia, perguntamos-lhe se ela os picava. Respondendo-nos negativamente, dissemos que o bichano de fato só comeria o dito alimento se lhe fosse dado devidamente picado. Mas as “ovelhas de Israel” tiveram que comer a comida dos “cabritos do Egito”, porque era o que seus pastores lhes serviam: comidas de cabritos do Egito para as ovelhas de Israel.
O rebanho de Deus, que são as ovelhas de Israel e que têm pastores que de fato são pastores, querem se alimentar é da verdade, da Palavra de Deus, e não das falácias, mas, são capazes até de alargar a garganta para engolir até plásticos como os cabritos, se necessário for. São adaptáveis a qualquer cardápio, primeiro se horrorizando com a comida dos cabritos, depois aquiescendo ao seu aroma e algum tempo depois aceitando-a normalmente, como se fossem (?) cabritos.
por Pr. Milton
Mais feliz ainda ficou, quando a família de José chegou de mudança para o Egito. Quando faraó soube que eram onze os irmãos de José, logo pensou que seriam “onze Josés”. Sua alegria durou pouco, pois eles eram apenas pastores de gado, nada sonhadores e nada visionários. No pior, parece-nos que faraó nem atinou: eles eram pastores que estavam sem pastos para o seu gado. Quando um “pastor” não tem “pastos” para o seu rebanho, ele na verdade não é um pastor. Ele pode ser qualquer coisa, como algum pseudo-pastor, legítimo aventureiro, ou, na linguagem moderna, líder carismático, “show man” ou “show business”. Jesus era pastor e dele está escrito: “O Senhor é meu pastor, nada me faltará; deitar-me faz em verdes pastos, guia-me às águas tranquilas” (Salmo 23). Mais agravante: mentiram ao dizer que foram para o Egito à procura de pastos para seu rebanho (Gen. 47: 4), Eles foram para o Egito porque eles mesmos estavam com fome. Faraó, que não queria ficar sem pelo menos “uma pequena beliscada”, mandou que José lhes desse pastos do Egito para seus rebanhos, contanto que cuidassem juntamente dos rebanhos de Faraó também. Os animais também têm suas “manhas”: nós tínhamos uma gata, que confiamos aos cuidados de uma pessoa amiga, quando, em certa ocasião fizemos uma viagem. Recomendamos-lhe que se desse uns três pães de queijo todos os dias para a gatinha, mas quando chegamos, ela estava magérrima. Diante de tantas explicações da pessoa amiga, que dizia que todos os dias lhe dava o alimento orientado, mas ela não o comia, perguntamos-lhe se ela os picava. Respondendo-nos negativamente, dissemos que o bichano de fato só comeria o dito alimento se lhe fosse dado devidamente picado. Mas as “ovelhas de Israel” tiveram que comer a comida dos “cabritos do Egito”, porque era o que seus pastores lhes serviam: comidas de cabritos do Egito para as ovelhas de Israel.
O rebanho de Deus, que são as ovelhas de Israel e que têm pastores que de fato são pastores, querem se alimentar é da verdade, da Palavra de Deus, e não das falácias, mas, são capazes até de alargar a garganta para engolir até plásticos como os cabritos, se necessário for. São adaptáveis a qualquer cardápio, primeiro se horrorizando com a comida dos cabritos, depois aquiescendo ao seu aroma e algum tempo depois aceitando-a normalmente, como se fossem (?) cabritos.
por Pr. Milton










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