Sabemos que é simples demais, talvez até simplório para alguns, o que exporemos nestas primeiras linhas. Mas pedimos vênia e paciência aos sábios que nos honram com sua leitura: Para nós, sem dúvida, foi Deus quem criou todas as coisas. Nada é fruto do acaso. Nem coisa alguma foi feita a esmo, nem detalhes mesmo ínfimos de cada obra Sua são vazios de sentido. Há momentos em que Deus nos parece alguém como nós, com bastante senso de humor, que cria coisas que escapam à nossa imaginação. É claro que vamos citar algumas das mais elementares possíveis, sobre cuja matéria todos sentem que sabem de sobra, e de repente cá vimos nós mencionar.
O cão, singularmente expressa sua alegria justamente com um membro posterior, o rabo, lá atrás, enquanto nós trazemos o sorriso nos lábios, bem à frente, como um verdadeiro cartão de visita. O pato foi privilegiado, podendo voar, andar no solo seco e também nadar. Só que não faz nenhuma das três coisas muito bem. Como as pessoas especialistas em muitas coisas, mas que deixam muito a desejar no desempenho de suas tarefas. Sinceramente não apreciamos aquele trabalhador polivalente de “todos os eiros”: pedreiro, vidraceiro, telhadeiro, e daí por diante.
Na anatomia humana, as mãos de que Deus nos proveu, falam por si, de modo que se nos dirigimos ao povo com as palmas para baixo, é para abençoar, acalmar, coisas assim. Se as palmas são postas para cima, mais estamos propensos a pedir. Os políticos gostam muito deste gesto durante as campanhas e do outro quando não mais precisam de quem os elegeu.
Passando aos joelhos, que bom que Deus no-los deu. Que espetáculo a mobilidade eficiente dos joelhos. Atletas do salto triplo fazem absurdos, se valendo deste ”equipamento” recebido de graça quando nascemos e jogadores de futebol são capazes de bater o pé com tanta força numa bola, graças aos joelhos – a alavanca – que as arremessam a mais de cem quilômetros horários.
São acima de tudo espetaculares os joelhos, para dobrar e ajoelhar. Ajoelhar diante de Deus! As coisas mais tremendas que o ser humano pode fazer – pasmem – não é usando a cabeça, a boca, as mãos ou os pés. Mas é fazendo uso dos joelhos. É claro que nos referimos à genuflexão física associada à mental e espiritual, e isso unicamente diante de Deus. Algumas pessoas, não se vergam jamais. Que pena, pois com Deus, o que nunca se dobra, um dia se quebra. Demais de tudo, haverá um dia, já previsto por Filipenses 2: 10, em que “todo joelho se dobrará diante dO Senhor Jesus”. Pena que já não será útil ao dono dos joelhos, já não lhe renderá dividendo algum, porque se prestará apenas para que se reconheça que Jesus Cristo é O (único) Senhor!
por Pr. Milton
O cão, singularmente expressa sua alegria justamente com um membro posterior, o rabo, lá atrás, enquanto nós trazemos o sorriso nos lábios, bem à frente, como um verdadeiro cartão de visita. O pato foi privilegiado, podendo voar, andar no solo seco e também nadar. Só que não faz nenhuma das três coisas muito bem. Como as pessoas especialistas em muitas coisas, mas que deixam muito a desejar no desempenho de suas tarefas. Sinceramente não apreciamos aquele trabalhador polivalente de “todos os eiros”: pedreiro, vidraceiro, telhadeiro, e daí por diante.
Na anatomia humana, as mãos de que Deus nos proveu, falam por si, de modo que se nos dirigimos ao povo com as palmas para baixo, é para abençoar, acalmar, coisas assim. Se as palmas são postas para cima, mais estamos propensos a pedir. Os políticos gostam muito deste gesto durante as campanhas e do outro quando não mais precisam de quem os elegeu.
Passando aos joelhos, que bom que Deus no-los deu. Que espetáculo a mobilidade eficiente dos joelhos. Atletas do salto triplo fazem absurdos, se valendo deste ”equipamento” recebido de graça quando nascemos e jogadores de futebol são capazes de bater o pé com tanta força numa bola, graças aos joelhos – a alavanca – que as arremessam a mais de cem quilômetros horários.
São acima de tudo espetaculares os joelhos, para dobrar e ajoelhar. Ajoelhar diante de Deus! As coisas mais tremendas que o ser humano pode fazer – pasmem – não é usando a cabeça, a boca, as mãos ou os pés. Mas é fazendo uso dos joelhos. É claro que nos referimos à genuflexão física associada à mental e espiritual, e isso unicamente diante de Deus. Algumas pessoas, não se vergam jamais. Que pena, pois com Deus, o que nunca se dobra, um dia se quebra. Demais de tudo, haverá um dia, já previsto por Filipenses 2: 10, em que “todo joelho se dobrará diante dO Senhor Jesus”. Pena que já não será útil ao dono dos joelhos, já não lhe renderá dividendo algum, porque se prestará apenas para que se reconheça que Jesus Cristo é O (único) Senhor!
por Pr. Milton










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