Vimos recentemente a festa de posse de Barack Obama, na presidência da república dos Estados Unidos da América do Norte. Havia de quase tudo para todos os gostos: desfile de homens do mais alto poder mundial, das mais caras e cobiçadas modas, da eficiente cobertura mundial do evento, das manifestações de esperança, que saltaram até para os outros continentes, caindo, de modo curioso e insólito na pequena aldeia onde nasceu o presidente, de modo que pareceu-nos que ela deseja e até espera que ele proceda para com ela mais ou menos como se fora o seu presidente local.
O homem, tanto se tornou uma chama de esperança para a nação norte americana – marca que soube atrair para si - quanto, ninguém pode negar, uma incógnita para o mundo todo. Os motivos para tal, saltam-nos aos olhos: naqueles dias, acabava de sair um Bush, norte-americano do orgulhoso Texas, republicano, branco, cristão, para dar lugar a um Barack, africano de uma aldeia interiorana do Quênia, democrata, negro, “do islão”. Como se não bastasse, levava para dentro da Casa Branca, inserido em seu nome, uma mistura de Obama com Hussein: Obama, quase de Ozama Bin Laden, e Hussein, isto sim, de Sadan Hussein, justamente o nome dos dois arqui-inimigos com trincheiras no Afeganistão e no Iraque, contra os quais os EUA sustentaram uma guerra malfadada até agora.
Houve até um fato, sem dúvida alguma de somenos importância para alguns, que, nem assim escapou a nossa atenção e interesse: Após o chá informal de despedida de sua moradia de tantos anos, quando cruzou os umbrais da Casa Branca pela última vez, dest´arte ao lado do seu novo morador, Bush estava justamente ao lado de Barack Obama. Diga-se de passagem: do seu lado direito. O “sainte”, de direita, saindo pela esquerda, enquanto que o “chegante”, de esquerda, saindo então pela direita. Tínhamos ali farto material para a mais acurada reflexão política. Mais curioso ainda foi que, após uma parada rápida para fotos, Obama fez uma “ultrapassagem perigosa”, cortando Bush pela direita, dirigindo-se para o seu lado esquerdo, de modo que, passando pressurosamente à frente do seu antecessor, quase lhe proporcionou um “tropeção” no novo mandatário nacional, justamente no seu último passo, no último degrau de saída da Casa Branca.
Vale a pena nos lembrar nesta hora que a Palavra de Deus nos adverte de que, em meio a uma grande crise mundial, como esta atual, na verdade negada, mas ainda não contornada, e uma conjuntura como a que temos hoje, surgirá um verdadeiro “homem da esperança”, não isento da incógnita que representa. Tal homem - o da Bíblia, não o Bara – só não será amigo da verdadeira Igreja e do estado de Israel. Não vemos e nem temos porque ver tal homem se personificar em Barack Obama, mas não temos porque não “nos antenar nos fatos”. Afinal de contas, a história apenas parece ser silenciosa.
por Pr. Milton
O homem, tanto se tornou uma chama de esperança para a nação norte americana – marca que soube atrair para si - quanto, ninguém pode negar, uma incógnita para o mundo todo. Os motivos para tal, saltam-nos aos olhos: naqueles dias, acabava de sair um Bush, norte-americano do orgulhoso Texas, republicano, branco, cristão, para dar lugar a um Barack, africano de uma aldeia interiorana do Quênia, democrata, negro, “do islão”. Como se não bastasse, levava para dentro da Casa Branca, inserido em seu nome, uma mistura de Obama com Hussein: Obama, quase de Ozama Bin Laden, e Hussein, isto sim, de Sadan Hussein, justamente o nome dos dois arqui-inimigos com trincheiras no Afeganistão e no Iraque, contra os quais os EUA sustentaram uma guerra malfadada até agora.
Houve até um fato, sem dúvida alguma de somenos importância para alguns, que, nem assim escapou a nossa atenção e interesse: Após o chá informal de despedida de sua moradia de tantos anos, quando cruzou os umbrais da Casa Branca pela última vez, dest´arte ao lado do seu novo morador, Bush estava justamente ao lado de Barack Obama. Diga-se de passagem: do seu lado direito. O “sainte”, de direita, saindo pela esquerda, enquanto que o “chegante”, de esquerda, saindo então pela direita. Tínhamos ali farto material para a mais acurada reflexão política. Mais curioso ainda foi que, após uma parada rápida para fotos, Obama fez uma “ultrapassagem perigosa”, cortando Bush pela direita, dirigindo-se para o seu lado esquerdo, de modo que, passando pressurosamente à frente do seu antecessor, quase lhe proporcionou um “tropeção” no novo mandatário nacional, justamente no seu último passo, no último degrau de saída da Casa Branca.
Vale a pena nos lembrar nesta hora que a Palavra de Deus nos adverte de que, em meio a uma grande crise mundial, como esta atual, na verdade negada, mas ainda não contornada, e uma conjuntura como a que temos hoje, surgirá um verdadeiro “homem da esperança”, não isento da incógnita que representa. Tal homem - o da Bíblia, não o Bara – só não será amigo da verdadeira Igreja e do estado de Israel. Não vemos e nem temos porque ver tal homem se personificar em Barack Obama, mas não temos porque não “nos antenar nos fatos”. Afinal de contas, a história apenas parece ser silenciosa.
por Pr. Milton










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